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Você evita olhar-se no espelho para não ficar tão preocupado?

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Você evita olhar-se no espelho para não ficar tão preocupado?
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Você evita olhar-se no espelho para não ficar tão preocupado?

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Ao deparar-se com um espelho, você automaticamente desvia o olhar para não ficar preocupado? Evita olhar o seu reflexo para não ver alguma parte do seu corpo que o incomoda?

No artigo passado, falamos sobre como olhar-se no espelho de modo atento e repetido é um clássico sintoma da Dismorfia Corporal, uma distorção da autoimagem que produz grande insatisfação e ansiedade ao paciente.

Enquanto muitos pacientes não conseguem deixar o ciclo de olhar-se constantemente no espelho, observando um aspecto de sua aparência física que cause profundo desagrado e procurando disfarça-lo, outros desenvolvem aversão ao objeto refletor, até mesmo cobrindo-o para evitar as preocupações e ansiedades que ver a parte defeituosa os proporciona.

Mas a mente apontará o defeito, seja ele real ou não. E ao dar-se conta desse fato, a ansiedade e o grande sofrimento resultantes continuarão. O mesmo acontece em relação aos pacientes que procuram a cirurgia plástica para resolver o que consideram ser o problema. Eles retornam cada vez mais insatisfeitos, já que o tratamento que precisam é  para a mente não para o corpo.

Então, o que deve ser feito? Olhar-se no espelho todos os dias e aceitar a aparência física? Definitivamente a Dismorfia Corporal é mais delicada que isso. Não é uma simples questão de estar incomodado com alguma parte do corpo. O paciente dismórfico nunca está satisfeito, pois está plenamente convencido de que há algo errado com ele e, muitas vezes, desenvolve outros problemas como depressão, abuso de substâncias psicoativas, bebidas alcóolicas e transtorno obsessivo compulsivo.

O tratamento para Dismorfia Corporal vem a ser a terapia, muitas vezes combinado com antidepressivos. Os pacientes não aceitam o transtorno e, muitas vezes, é necessário o olhar atento e apoio de amigos e familiares para buscar ajuda.

Espera-se, através da terapia, orientar o indivíduo e minimizar os efeitos profundos que a distorção da autoimagem causa em suas vidas, buscando ajudá-lo a conseguir realizar atividades importantes e gradativamente retornar ao convívio social, do qual é tirado pelo seu transtorno. Busca-se, desse modo, proporcionar ao paciente com Dismorfia Corporal uma vida mais equilibrada.

Portanto, deixar de olhar o espelho não é a solução. Se em um extremo da Dismorfia Corporal está a checagem constante de sua imagem, no outro está a aversão ao seu próprio reflexo. Ambas são maneiras de disfarçar. É preciso haver o equilíbrio.

Do contrário, evitar olhar-se no espelho será como apenas ignorar um problema que continuará existindo.

 

 

Leia mais sobre Dismorfia Corporal:

 

Dismorfia Corporal: quando a preocupação excessiva com a aparência transforma-se em doença.

Você está seriamente preocupado que uma parte do seu corpo é defeituosa?

Você se observa no espelho de forma atenta e repetida?

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