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Você tenta esconder ou camuflar seu defeito com as mãos, maquiagem ou roupas?

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Você tenta esconder ou camuflar seu defeito com as mãos, maquiagem ou roupas?
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Você tenta esconder ou camuflar seu defeito com as mãos, maquiagem ou roupas?

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Passar maquiagem para esconder aquela mancha no rosto que nos desagrada ou usar uma roupa que “disfarce” um incômodo pode ser algo que todos nós já fizemos em alguma situação das nossas vidas.

Mas e quando consideramos defeituosa uma parte do nosso corpo e ficamos seriamente preocupados em escondê-la, a ponto dessa preocupação gerar sofrimento significativo, ansiedade e angústia, podendo até mesmo nos privar de eventos sociais?  Isso já aconteceu com você?

Cuidado, esse é um sintoma da Dismorfia Corporal, uma distorção da autoimagem. Os critérios estabelecidos para esse transtorno são: a preocupação com um defeito imaginado na aparência que, mesmo que exista, é uma preocupação acentuada, sofrimento e prejuízo no funcionamento da vida do paciente e a preocupação não pode ser explicada por outros transtornos, como Anorexia e Bulimia.

O paciente procura camuflar o defeito de si mesmo e das pessoas ao seu redor, usando suas mãos, maquiagem, roupas, gestos ou que o servir. A preocupação excessiva com a parte do corpo que consideram defeituosa é insuportável, impedindo-os de aproveitar o momento, por mais prazeroso que possa ser. A mente está o tempo todo focada no defeito. “Será que perceberam? Será que estou conseguindo esconder?” O comportamento pode fazer parte de um verdadeiro ciclo vicioso, sendo tão ritual que prejudica as atividades diárias do indivíduo.

O espelho é um grande aliado nesse processo prejudicial. Muitos pacientes podem passar horas encarando o seu reflexo no objeto, procurando maneiras de esconderem o defeito de sua aparência física. Dedicam seu tempo buscando o melhor modo de disfarçar o problema que imaginam ter. Tempo esse que é tirado de outras atividades produtivas que poderiam estar fazendo. A Dismorfia Corporal, de fato, prejudica o funcionamento da vida do indivíduo.

Esse e outros sintomas patológicos já mencionados na nossa série de artigos sobre a Dismorfia Corporal podem ser acentuados com a pressão estética do corpo perfeito, onde a obrigação de ter uma aparência impecável e sem defeitos ainda é muito imposta pela sociedade. A busca por diversos tratamentos estéticos e intervenções cirúrgicas também pode ser contínua, mas os pacientes que não possuem condições financeiras de fazê-las continuam camuflando o problema com maquiagem, roupas ou com as mãos.

De qualquer modo, ambos as alternativas não ajudam.  Usar as mãos, maquiagem, roupas e gestos podem até camuflar o defeito, mas é temporário. Sem o tratamento, que inclui o uso de medicações e acompanhamento psicológico, a percepção do paciente de que há algo errado continuará existindo, assim como o intenso sofrimento causado. A Dismorfia Corporal é um problema na mente, não no físico. Sendo assim, deve ser tratada a mente do paciente não o seu corpo.

Se você tem comportamentos que condizem com os sintomas da Dismorfia, reconheça o problema e procure ajuda. Se você conhece alguém que pode estar apresentando os sintomas, ofereça ajuda também. O apoio da família e dos amigos é fundamental para lidar com esse distúrbio de autoimagem.

Você tem alguma dúvida sobre Dismorfia Corporal! Deixe nos comentários!

 

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Quem é o Dr. Elizeu Lavor?

Conheça um pouco mais sobre o Dr. Elizeu Lavor, Cirurgião Plástico e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

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